Num monumento à aspirina
Claramente: o mais prático dos sóis,o sol de um comprimido de aspirina: de emprego fácil, portátil e barato,compacto de sol na lápide sucinta.
Principalmente porque, sol artificial,que nada limita a funcionar de dia, que a noite não expulsa, cada noite, sol imune às leis de meteorologia,a toda hora em que se necessita dele [...]
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Ode a Aspirina
Publicado em Joao cabral de Mello Neto, poemas em Fevereiro 18, 2008 | 74 Comentários »
Ode a Aspirina
Publicado em Joao cabral de Mello Neto, poemas em Fevereiro 18, 2008 | 4 Comentários »
Num monumento à aspirina
Claramente: o mais prático dos sóis,o sol de um comprimido de aspirina: de emprego fácil, portátil e barato,compacto de sol na lápide sucinta.
Principalmente porque, sol artificial,que nada limita a funcionar de dia, que a noite não expulsa, cada noite, sol imune às leis de meteorologia,a toda hora em que se necessita dele [...]
Ode a Aspirina
Publicado em Joao cabral de Mello Neto, poemas em Fevereiro 18, 2008 | 4 Comentários »
Num monumento à aspirina
Claramente: o mais prático dos sóis,o sol de um comprimido de aspirina: de emprego fácil, portátil e barato,compacto de sol na lápide sucinta.
Principalmente porque, sol artificial,que nada limita a funcionar de dia, que a noite não expulsa, cada noite, sol imune às leis de meteorologia,a toda hora em que se necessita dele [...]









